Empresa que cresce de faturamento quase sempre mantém o regime, o anexo e o pró-labore definidos lá atrás. A diferença entre a estrutura herdada e a estrutura certa é margem, e em faturamento acima de R$ 100 mil por mês essa margem é grande. Atendemos donos de empresa de serviço a partir de R$ 1 milhão por ano.
Solicitar análise prévia30 minutos de diagnóstico, sem compromisso, por aplicação.
Nenhum cliente é identificado aqui. O caso reproduz o padrão que aparece com frequência em auditoria: empresa de serviço que cresceu até essa faixa de faturamento e nunca revisou o Anexo do Simples nem o pró-labore dos sócios.
A migração de Anexo só entra em vigor em janeiro do ano seguinte à opção. É uma janela por ano, não a qualquer momento.
Raio-x da estrutura inteira: regime (Simples, Presumido ou Real), anexo e Fator R, pró-labore de cada sócio, distribuição de lucros, escrituração contábil, CNAEs e riscos abertos. Sai um número no final: quanto a estrutura atual custa por ano e quanto deveria custar.
O número apurado na auditoria.
Reenquadramento de regime e anexo, recalibragem de pró-labore e folha para dentro do Fator R, migração na janela de janeiro, reorganização societária e holding quando o patrimônio justifica.
Entra o plano já implantado. Sai a rotina mensal: contabilidade consultiva com relatório de margem em linguagem de dono e revisão trimestral da estrutura, porque a estrutura certa de hoje desatualiza.
Auditoria completa, plano assinado com números (não uma recomendação genérica) e implantação acompanhada até a estrutura nova entrar em vigor.
| Consultiva R$ 1.790/mês | GovernançaMais assinada R$ 2.990/mês | |
|---|---|---|
| Contábil e fiscal | Incluso | Incluso |
| Relatório mensal de margem em linguagem de dono | Incluso | Incluso |
| Reunião mensal | Incluso | Incluso |
| Folha e departamento pessoal | — | Incluso |
| Revisão trimestral da estrutura | — | Incluso |
| Acesso direto à Alessandra | — | Incluso |
Referência de mercado: o topo de tabela da Contabilizei cobra R$ 369 por mês, sem relatório de margem e sem nome de quem responde pelo seu CNPJ.
Sem formulário, sem espera. Responda abaixo e a mensagem já sai montada com as suas respostas.
Contadora, titular da Conciliari Contabilidade, em São José dos Campos. Dezesseis anos dentro da contabilidade: entrou na profissão aos 16 anos e hoje assina, com nome e CRC, o plano de cada empresa que passa pela auditoria.
Atendimento presencial em São José dos Campos e remoto para o resto do Brasil.
Desde 1º de janeiro de 2026, CBS e IBS entraram em fase de teste na nota fiscal, com alíquota simbólica cobrada ao lado dos tributos atuais. O split payment, que retém o imposto direto na transação antes de cair na conta da empresa, começa em 2027 e muda o capital de giro de quem fatura alto. O Presumido é o regime mais exposto na transição, porque a presunção de lucro perde sentido à medida que o crédito de IBS/CBS muda de mão na cadeia.
Não necessariamente. A auditoria funciona em paralelo com o contador que já cuida da rotina fiscal da sua empresa hoje. O que muda é quem desenha a estrutura: regime, anexo, pró-labore e distribuição. Se o seu contador atual já faz isso de forma consultiva, a auditoria confirma ou corrige o desenho; se ele só emite guia, a auditoria substitui essa parte do trabalho.
Na maioria dos casos que auditamos, sim, e rápido. No exemplo-tipo desta página, a diferença mensal apurada foi de R$ 8.900, o que cobre o valor do projeto (R$ 7.500) em menos de um mês de operação com a estrutura nova. O número exato da sua empresa só sai depois da auditoria.
Sim. O escritório fica em São José dos Campos, mas a auditoria, o redesenho e as reuniões da Governança rodam por videochamada para qualquer estado do Brasil.
Empresas de serviço a partir de R$ 1 milhão por ano, R$ 100 mil por mês. Abaixo disso, o custo do projeto não compensa o tamanho da estrutura, e o atendimento segue pelo escritório Conciliari Contabilidade, sem o Planejamento Tributário.
É o relatório mensal da Consultiva e da Governança, escrito em linguagem de dono: receita, imposto real pago, custo de servir, pró-labore e margem final. Sem jargão contábil, com a leitura de onde a margem está subindo ou caindo mês a mês.
Depende do patrimônio, não do faturamento. Faz sentido quando há imóvel dentro do CNPJ, mais de um negócio no mesmo grupo, ou sucessão em jogo. Sem esses três cenários, o projeto de holding costuma ser dinheiro parado numa estrutura que a empresa ainda não precisa.